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23 maio, 2017

Dois homens que acusaram pessoas por falsos crimes são indiciados pela Polícia Civil de Marcelino Vieira

Resultado de imagem para policia civilDuas investigações realizadas pela Delegacia Municipal de Marcelino Vieira resultaram no indiciamento de Manoel Vandui da Silva e Pedro Pereira Juvêncio pela prática do crime de denunciação caluniosa. Os dois homens relataram falsos crimes e apontaram algumas pessoas para serem investigadas pela Polícia Civil.
No dia 25 de abril deste ano, Manoel Vandui, conhecido como Vanduí registrou boletim de ocorrência narrando ter sido vítima de um crime de estupro praticado pela pessoa de José Michel da Silva, conhecido como Michel de Zé Olavio. O crime teria ocorrido na cidade de Marcelino Vieira.
“Diante da gravidade da notícia narrada por meio do boletim de ocorrência, nós demos início as investigações no sentido de apurar o suposto crime de estupro e instauramos o competente inquérito policial. Ocorre que com a conclusão dos trabalhos investigativos, constatou-se que não era verdadeira a versão apresentada por Vanduí, de modo que o mesmo foi indiciado pelo crime de denunciação caluniosa, pelo fato de ter dado causa a investigação policial contra uma pessoa, sabendo que a mesma era inocente”, detalhou o delegado da DP de Marcelino Vieira, Paulo Cesário.
Em outro caso, ocorrido em janeiro deste ano, Pedro Pereira Juvêncio registrou boletim de ocorrência narrando que a pessoa de Maria Tacia de Araújo, juntamente com seus dois filhos menores, estavam sendo vítimas de cárcere privado pelas pessoas conhecidas como Amanda e Neto Custódio. O crime estaria sendo realizado na cidade de Tenente Ananias. “ Em razão da notícia crime, também instauramos o respectivo inquérito policial e concluímos que as informações prestadas por Pedro Pereira eram falsas. Assim, ele também foi indiciado pelo crime de denunciação caluniosa. Destacamos que as pessoas não podem achar que a Polícia pode ser utilizada para atingir fins diversos da lei, pois nós temos um compromisso com a sociedade”, afirmou o delegado Paulo Cesário.