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segunda-feira, 26 de março de 2018

Styvenson revela pressão para entrar para política: “até minha mãe pergunta”

Segundo capitão da Polícia Militar, porém, reconhecimento social pelo trabalho em escola tem sido mais importante que dinheiro e voto
Reprodução / Facebook Após chegada de Styvenson a escola do Bom Pastor, número de matriculas cresceu


Redação

Não tem jeito: sempre que o capitão da Polícia Militar, Styvenson Valentim, começa a se destacar por alguns projetos, logo surgem os comentários sobre uma eventual candidatura dele a algum cargo eletivo. E queM confirma essa condição é o próprio policial, que assume que a pressão está cada vez maior para que ele entre para a política. “O que acontece agora é que a pressão está aumentando (para entrar para a política). Até minha mãe pergunta a mim: e aí meu filho?”, revelou ele em entrevista a 96fm, quando perguntado sobre a possibilidade de entrar para a vida pública.

O capitão também assumiu que está sendo, mais uma vez, procurado pelos partidos para saber qual a possibilidade dele entrar para a política. “Que os partidos estão procurando? Estão. Estão conversando? Estão”, assumiu o militar, para dizer, porém, que virar político ainda não é sua intenção: “quando eu vejo nas minhas redes sociais, quando as pessoas me param na rua e dizem que eu preciso ser político, me pedindo para ser político, eu fico lisonjeado. Eu fico vendo que melhor que voto é o reconhecimento. Melhor que dinheiro é o reconhecimento do trabalho. É o crescimento que você tem dentro da comunidade”.

Famoso pelo trabalho que fez quando era o coordenador da Operação Lei Seca, Styvenson atualmente tem se destacado pelo trabalho desenvolvido na escola estadual Maria Ilka de Moura, localizada no bairro do Bom Pastor, zona Oeste de Natal. Em maio de 2017, devido ao elevado número de evasão escolar, a Maria Ilka corria risco de fechamento. Foi aí que o Capitão “ocupou” a escola, garantiu a segurança no local e ainda viabilizou recursos para reformas.

“Antes, existia 230 alunos matriculados no papel, mas só iam para a aula 60. A verdade era essa. Hoje, temos 370 alunos matriculados e 370 presentes, indo para aula todo dia”, afirmou.

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