NO MUNICÍPIO DE LAGOA DE VELHOS A PREFEITURA ATINGIU 60,34% DE VACINAÇÃO NO PRIMEIRO DIA "D" DA CAMPANHA CONTRA POLIO E SARAMPO

Foto/rede social
A Prefeitura de Lagoa de Velhos, por meio da Secretaria Municipal de Saúde realizou neste sábado (18/08), o Dia D da campanha de vacinação contra a Pólio e o Sarampo. A mobilização aconteceu das 8h às 16h nas hospital do município. Vale destacar que a população alvo desta ação é composta de crianças de um ano até quatro anos 11 meses e 29 dias. De acordo com o sistema da saúde do Rio Grande do Norte, o município atingiu 60,34% de vacinação só no primeiro dia.

A campanha, que vai até o dia 31 de agosto em todo o país, as crianças devem ser levadas a uma unidade de saúde, mesmo as que já tenham sido vacinadas anteriormente. É fundamental que os pais apresentem o cartão de vacina para que o histórico de vacinação da criança seja verificado. Em Lagoa de Velhos, além da programação especial que houve para o Dia D, neste sábado, as vacinas estão disponíveis de segunda à sexta-feira, em horário comercial no hospital.

"Fazer a cobertura vacinal em toda a cidade é a garantia que a doença não vai aparecer. É de suma importância que os pais ou responsáveis levem as crianças ao hospital. Do mesmo modo que manter as demais vacinas em dia”, disse a prefeita, Sonyara Ribeiro.

Sarampo

A doença infecciosa aguda, de natureza viral, grave, é transmitida pela fala, tosse e o espirro, e extremamente contagiosa, mas pode ser prevenida pela vacina. Pode ser contraída por pessoas de qualquer idade. As complicações infecciosas contribuem para a gravidade do quadro, particularmente em crianças desnutridas e menores de 1 ano.

Pólio

Causada por um vírus que vive no intestino, o poliovírus, a poliomielite geralmente atinge crianças com menos de 4 anos de idade, mas também pode contaminar adultos. A maior parte das infecções apresenta poucos sintomas, e há semelhanças com infecções respiratórias – como febre e dor de garganta – e gastrointestinais – como náusea, vômito e prisão de ventre.

Cerca de 1% dos infectados pelo vírus desenvolve a forma paralítica da doença, que pode causar sequelas permanentes, insuficiência respiratória e, em alguns casos, levar à morte.