Em baixa, MDB revê expectativas para 2020

Se PSDB e PT foram os grandes derrotados das eleições 2018, quem agora mergulha no ocaso sob Jair Bolsonaro é o antes todo-poderoso MDB. Fora do Planalto, sem o comando do Legislativo e com apenas três governos estaduais, os emedebistas terão de readequar seus sonhos de consumo à nova realidade. Após as aventuras Gabriel Chalita (2012) e Marta Suplicy (2016), o MDB não pretende ter candidato próprio a prefeito de São Paulo. “Temos de nos reinventar agora que somos um partido médio”, afirma o deputado federal Baleia Rossi (SP).

A nova realidade do MDB é um obstáculo para Paulo Skaf, caso ele ainda não tenha caído na real. Bruno Covas (PSDB) e Andrea Matarazzo (PSD), pré-candidatos, já cresceram o olho e querem o apoio dos emedebistas.

A mesma realidade de São Paulo se repete em outros Estados quando o assunto é a disputa em grandes colégios eleitorais das regiões Sul e Sudeste. O MDB priorizará as coligações no ano que vem.

Fragilizado no Senado, o MDB costura um acordo que o mantenha respeitável na Câmara dos Deputados. Deve ficar no comando de duas comissões.

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